Aparelho para ronco e apneia nos Jardins, em São Paulo

O aparelho intraoral de avanço mandibular pode ajudar no tratamento do ronco e da apneia do sono.

A indicação depende de diagnóstico médico e é feita em conjunto com o médico do sono.

O que é

Ronco e apneia: qual a diferença

  • Ronco: ruído causado pela vibração dos tecidos da garganta durante o sono
  • Apneia obstrutiva do sono: pausas repetidas na respiração durante o sono, causadas pelo fechamento das vias aéreas

O ronco pode ser um sinal de apneia. Por isso, só o diagnóstico médico diferencia um do outro.

Aparelho de avanço mandibular: como funciona

É um aparelho feito sob medida, usado durante o sono. Ele posiciona a mandíbula levemente para a frente, o que ajuda a manter as vias aéreas mais abertas.

O avanço é ajustado aos poucos, de acordo com a resposta de cada pessoa.

Quando é indicado

Diretrizes internacionais de medicina do sono recomendam o aparelho intraoral, quando prescrito pelo médico, em situações como:

  • Ronco primário, sem apneia
  • Apneia obstrutiva do sono em pessoas que não se adaptaram ao CPAP
  • Apneia em pessoas que preferem uma alternativa ao CPAP, após decisão médica

A decisão sobre o tratamento mais adequado é sempre do médico do sono.

Como é a avaliação

O papel do médico do sono e da polissonografia

O diagnóstico começa com o médico do sono, que pode solicitar a polissonografia: o exame que avalia a respiração e a qualidade do sono durante a noite.

O papel do cirurgião-dentista

Com o diagnóstico e a indicação médica, o cirurgião-dentista avalia:

  • Dentes, gengivas e mordida
  • Articulação da mandíbula e músculos da mastigação
  • Condições para o uso seguro do aparelho

Como funciona o tratamento

  1. Diagnóstico e indicação do médico do sono
  2. Avaliação odontológica
  3. Registro da boca e da mordida
  4. Confecção do aparelho sob medida
  5. Instalação e ajustes graduais do avanço
  6. Reavaliação médica para verificar a resposta
  7. Acompanhamento odontológico periódico

Aparelho intraoral ou CPAP: quem decide

O CPAP é um aparelho que envia ar sob pressão por uma máscara durante o sono. Cada opção tem indicações próprias.

A escolha depende da gravidade da apneia, da adaptação do paciente e da avaliação médica.

Ronco, apneia e bruxismo

Ronco, apneia e bruxismo do sono podem aparecer juntos. Quando isso acontece, a avaliação considera os três, e o plano é conduzido em conjunto com o médico.

Limites e cuidados

  • O aparelho não é indicado para todas as pessoas com apneia
  • Não substitui o diagnóstico nem o acompanhamento médico
  • Pode causar desconforto inicial nos dentes, nos músculos ou na articulação
  • Com o uso prolongado, pode haver mudanças na mordida, o que torna o acompanhamento odontológico indispensável
  • Aparelhos genéricos, sem ajuste profissional, não são equivalentes ao aparelho sob medida
Dr. Dalton Ladeira, cirurgião-dentista no Jardim Paulista, em São Paulo

Tratamento de ronco e apneia nos Jardins

O Dr. Dalton Ladeira é cirurgião-dentista (CROSP 34856), com cerca de 40 anos de odontologia, formação em bruxismo, ronco e apneia (IMBX) e membro DTC Master da Sociedade Internacional de Bruxismo (SIBX).

Atende no Jardim Paulista, na Av. Nove de Julho, 5483, Conj. 51, com avaliação individualizada e em conjunto com o médico do sono.

Perguntas frequentes sobre aparelho para ronco e apneia

Dentista pode tratar ronco?

O cirurgião-dentista confecciona e acompanha o aparelho intraoral. O diagnóstico do ronco e da apneia é feito pelo médico do sono.

Aparelho para ronco funciona?

Em pessoas bem indicadas, o aparelho pode reduzir o ronco e as pausas respiratórias. A resposta varia e é verificada na reavaliação médica.

Aparelho intraoral substitui o CPAP?

Em alguns casos, pode ser uma alternativa. A decisão depende da gravidade da apneia e é do médico do sono.

Preciso de polissonografia para fazer o aparelho?

Na maioria dos casos, sim. O exame ajuda a confirmar o diagnóstico e a definir o tratamento adequado.

O aparelho pode mudar minha mordida?

Com o uso prolongado, alterações na mordida podem ocorrer. Por isso, o acompanhamento odontológico periódico faz parte do tratamento.

Cada caso começa por uma avaliação individual, com diagnóstico médico.